A trajetória
Entrei no mercado financeiro aos 21 anos. Durante uma década, trabalhei em algumas das maiores instituições do país, cuidando e ajudando a preservar o patrimônio de clientes de alta renda.
Ao longo desse tempo, gerenciei contas expressivas, atravessei diferentes ciclos do mercado e aprendi, na prática, o quanto cada decisão financeira carrega peso real na vida de uma pessoa.
A virada
Aos 31 anos, pedi demissão.
Não porque o mercado estava ruim. Não porque eu estava cansada. Mas porque cheguei a um ponto em que o modelo no qual eu estava inserida não cabia mais na visão que eu tenho sobre o que é cuidar bem de alguém.
Eu acredito que patrimônio é construído no longo prazo, com respeito, com critério e com profundo cuidado pelo esforço que cada pessoa fez para chegar até ali. Quando esse alinhamento deixa de existir, é hora de seguir em frente.
"O problema quase nunca é o dinheiro em si. É a forma como decidimos sobre ele."
Stefanni Guedes
O que me move
Depois de uma década no mercado, ficou claro para mim: a maioria das pessoas não tem um problema financeiro. Tem um problema de decisão.
O quanto o nosso psicológico impacta as escolhas que fazemos com o dinheiro é algo que me fascina e que pouquíssimas pessoas entendem de verdade. Vieses cognitivos, comportamentos automáticos, emoções que distorcem o julgamento. Tudo isso está presente em cada decisão financeira, todo dia.
É sobre isso que eu quero falar. É isso que eu quero construir.
O que vem por aí
Estou em um momento de construção, estudando, estruturando e me preparando para compartilhar uma visão diferente sobre vida financeira e comportamento.
Se você chegou até aqui, provavelmente faz sentido acompanhar o que vem.